Pra mim?Não, não...guarda contigo esse boa.Resta comigo apenas noite que por si só já é deveras grande.As horas que seguem este instante estão aflitas, sedentas por acometer-me.Há em minha cabeça centenas de idéias que se aglomeram mais a cada segundo.
Passam por mim transtornadas as coisas que não fiz... Coisas que desejei e me foram tomadas. Passam por mim coisas que fiz e me arrependo. Também, as que fiz e não me lembro.Passam por mim , alucinadas, verdades que criei ou omiti...e mentiras que agora são também verdades.Transcorrem meus sentidos as coisas que odeio com sinceridade pueril . Por fim ,passam por mim coisas que são nada, e a até elas me atormentam, mantendo-se aqui a confundir-me.
Sinto levemente uma lágrima percolar a face enquanto fecho os olhos aguardando impaciente pela hora que me trará uma boa noite. Mas não... é tarde.É tarde até para se ter sono. Ainda mais quando já se foi envenenado pelas coisas que faltam.Coisas que por vontade própria, a psique traz à tona.Como outras noites insones das quais entretanto me recordo com saudade tão terna que me embota os olhos d’água.
Ah, essas coisas... os opiatos de uma vida.Essas passam por mim como uma carícia ligeira.são a chance de mover-me a um outro momento qualquer... ou até de ser uma pessoa qualquer.Elas passam inteiras e ferozes, só para ter certeza de que apesar das horas desta noite correrem afoitas, eu permanecerei aqui, imóvel e atenta.Eu, de fato ,permaneço.
Ai cansaço...quando é que te tornarás sono?Sono, sono, sono...límpido e claro sono.Nem sei se sou capaz de tê-lo.Nem sei se sou capaz de ter algo.Se dor , se fúria ,se saudade ou amor...Nessa ausência de um sentimento que me defina me certifico de uma coisa.Umas coisa apenas.O sol pode até brilhar para todos, mas a imensidão desta noite é só minha.E eu a quero com lua.
domingo, 26 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
about a story....
Quando ela sente
No fundo pressente
O risco por vir
ele deveras entende
Que mente
Para ela e para si
Sobre o medo iminente
Na base torta
De um sonho tonto
Mostra no olho de outro conto
Que seu ego ainda se importa
Há porém o que destoa
Neste jeito que te porta...
Mas porta-te, meu bem,
Que não será a toa
Porque no fim
Pode até se dizer em parte
Que houve em ti desejo ou fetiche
Mas ambos sabemos,foi apenas praxe
Aquela pequena vaidade em ponta
Conta amor...se essa não é
A chama que você apaga e não conta;
Esconde sob desculpa da fé...
Então sê inteiro
Mas sê-lo com vontade, sê você,
E assim falho,assim sorrateiro,
Guarda bem quem ainda te crê
Pois destas ditas frases que prezo
Haverão de dizer quando eu cair farta
Que te falo com recalque, que desprezo,
Mas eu hoje, sou apenas exata...
No fundo pressente
O risco por vir
ele deveras entende
Que mente
Para ela e para si
Sobre o medo iminente
Na base torta
De um sonho tonto
Mostra no olho de outro conto
Que seu ego ainda se importa
Há porém o que destoa
Neste jeito que te porta...
Mas porta-te, meu bem,
Que não será a toa
Porque no fim
Pode até se dizer em parte
Que houve em ti desejo ou fetiche
Mas ambos sabemos,foi apenas praxe
Aquela pequena vaidade em ponta
Conta amor...se essa não é
A chama que você apaga e não conta;
Esconde sob desculpa da fé...
Então sê inteiro
Mas sê-lo com vontade, sê você,
E assim falho,assim sorrateiro,
Guarda bem quem ainda te crê
Pois destas ditas frases que prezo
Haverão de dizer quando eu cair farta
Que te falo com recalque, que desprezo,
Mas eu hoje, sou apenas exata...
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
“Se é tão seguro seu agora
Qual é a velocidade de seu imediato
E de fato,quanto de ideologia
Fez-se ato”
Wie weit muss ich gehen
um uns nicht mehr zu sehen
Welcher Zug nimmt mich mit
und bricht mich nicht zurück
welcher Arm hält mich fest
wenns deiner nicht ist
welcher Mund hält sein Wort
und wie schnell ist sofort?
Qual é a velocidade de seu imediato
E de fato,quanto de ideologia
Fez-se ato”
Wie weit muss ich gehen
um uns nicht mehr zu sehen
Welcher Zug nimmt mich mit
und bricht mich nicht zurück
welcher Arm hält mich fest
wenns deiner nicht ist
welcher Mund hält sein Wort
und wie schnell ist sofort?
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Coisas da madrugada
Três horas, madrugada.Mais uma manhã me traria a consciência da vida.Acho que era vida ... talvez um corpo sem alma.Em meio a tanta confusão, tanta era a velocidade de meus pensamentos, que ainda a luz me parecia lenta e tediosa.Não esperava compreender a infinidade dos acontecimentos a minha volta em suas incansáveis probabilidades.Mas ao fundo, esperava me conformar em não mais tentar entendê-la.
Mesmo no absurdo da idéia, séculos pareceram passar com fúria sob minhas nuances, mas apenas algumas mechas de meus cabelos protestaram.Ali parada, após tanto tempo.Eu era o palhaço rindo em frente ao espelho.Havia um outro mundo criado ... apenas para mim.Apenas p'ras verdades que criei.Tanto tempo havia ido, e eu pensei que atuava ...e bem .Uma pena haver acreditado.A verdade era minha, também a razão, e ambas me mentiram.A mim e só.
Queria falar das coisas abstratas, inofensivas aminha discussão solitária.Não , não...eu não queria ter nada a dizer, e responder com um sorriso cordial.Mas sim , Deus, sim ,quanto eu queria dizer, e com tanta força.Dizer que me perdi quando as regras do jogo que criei se aplicaram a mim.Dizer que nada faz sentido e abrir os meus , os teus e os nossos olhos.Também que me frustra todos os dias a incapacidade de entender o que me dizes, mas que tenho a necessidade infantil e desesperada de que me entendas.Talvez até mais do que eu poderia.Dizer todas as desculpas bem enjambradas que seriam por sua vez uma ótima desculpa pra meu mal comportamento.
Queria falar , falar , falar...mas calo na boca todo o universo de coisas que meu egoísmo queria te provar.No silêncio , assediada por pensamentos em puro frenesi, sou acometida por um transe.A cada vez mais nele se perde minha voz.Até que não seja mais reconhecida pelos sons que me rodeiam.Sons demais.
Mesmo no absurdo da idéia, séculos pareceram passar com fúria sob minhas nuances, mas apenas algumas mechas de meus cabelos protestaram.Ali parada, após tanto tempo.Eu era o palhaço rindo em frente ao espelho.Havia um outro mundo criado ... apenas para mim.Apenas p'ras verdades que criei.Tanto tempo havia ido, e eu pensei que atuava ...e bem .Uma pena haver acreditado.A verdade era minha, também a razão, e ambas me mentiram.A mim e só.
Queria falar das coisas abstratas, inofensivas aminha discussão solitária.Não , não...eu não queria ter nada a dizer, e responder com um sorriso cordial.Mas sim , Deus, sim ,quanto eu queria dizer, e com tanta força.Dizer que me perdi quando as regras do jogo que criei se aplicaram a mim.Dizer que nada faz sentido e abrir os meus , os teus e os nossos olhos.Também que me frustra todos os dias a incapacidade de entender o que me dizes, mas que tenho a necessidade infantil e desesperada de que me entendas.Talvez até mais do que eu poderia.Dizer todas as desculpas bem enjambradas que seriam por sua vez uma ótima desculpa pra meu mal comportamento.
Queria falar , falar , falar...mas calo na boca todo o universo de coisas que meu egoísmo queria te provar.No silêncio , assediada por pensamentos em puro frenesi, sou acometida por um transe.A cada vez mais nele se perde minha voz.Até que não seja mais reconhecida pelos sons que me rodeiam.Sons demais.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
ah ...eu sei
Minha estrutura nervosa buscou a mim por um segundo e não sendo suficiente para tornar-me introspectiva, buscou a ti em seguida...Não parte ou outra, mas parte por parte até achá-lo por inteiro,bem alto...Lá onde não te vejo nem me vês.Não somos, apenas sentimos...Após o devaneio matinal, voltei a meu quarto e não muito surpresa reparei em como este dia parece ordinário...Apenas eu sabia a diferença.
Ao meu lado o lençol ainda guarda o calor de seu corpo recém partido.Sobre a espalda pesa-me a extensão antes ocupada por seus braços...Você saiu silencioso, mantendo meu sono...e eu finjo permanecer nele para não ser obrigada à efusão do bom dia.Eu penso em quantas vezes fizemos isso, e como a rotina nos acomoda num futuro semelhante.
Te vejo confiante, e talvez isso, até mais que seus defeitos me incomode.Essa vontade crescente tua de manter-se ao meu lado aumenta a minha de trair-te em sua expectativa.
Muito expresso,pouco pão, muita conversa, pouca vontade e um olhar quase ameno...quase pleno.Como todos os dias, fui contigo até a porta, mas hoje te digo até logo...guardo em mim a satisfação de ser a única a saber que não nos veremos mais.
Ao meu lado o lençol ainda guarda o calor de seu corpo recém partido.Sobre a espalda pesa-me a extensão antes ocupada por seus braços...Você saiu silencioso, mantendo meu sono...e eu finjo permanecer nele para não ser obrigada à efusão do bom dia.Eu penso em quantas vezes fizemos isso, e como a rotina nos acomoda num futuro semelhante.
Te vejo confiante, e talvez isso, até mais que seus defeitos me incomode.Essa vontade crescente tua de manter-se ao meu lado aumenta a minha de trair-te em sua expectativa.
Muito expresso,pouco pão, muita conversa, pouca vontade e um olhar quase ameno...quase pleno.Como todos os dias, fui contigo até a porta, mas hoje te digo até logo...guardo em mim a satisfação de ser a única a saber que não nos veremos mais.
domingo, 29 de agosto de 2010
Pontos de vista/2
"Do ponto de vista do sul, o verão do norte é o inverno.
Do ponto de vista de uma minhoca, um prato de espaguete é uma grande orgia.
Onde os hisdus veem uma vaca sagrada , outros veem um grande hambúrguer.
Do ponto de vista de Hipócrates, Galeno, Maimônides e Paracelso, havia uma grande enfermidade no mundo chamada indigestão, mas não havia uma enfermidade chamada fome.
Do ponto de vista de seus vizinhos no povoado de Cardona, o toto Zaugg que andava com a mesma roupa no verão e no inverno era um homem admirável:
-O Toto nunca tem frio-diziam.
Ele não dizia nada.Frio ele tinha, o que não tinha era agasalho."
Do ponto de vista de uma minhoca, um prato de espaguete é uma grande orgia.
Onde os hisdus veem uma vaca sagrada , outros veem um grande hambúrguer.
Do ponto de vista de Hipócrates, Galeno, Maimônides e Paracelso, havia uma grande enfermidade no mundo chamada indigestão, mas não havia uma enfermidade chamada fome.
Do ponto de vista de seus vizinhos no povoado de Cardona, o toto Zaugg que andava com a mesma roupa no verão e no inverno era um homem admirável:
-O Toto nunca tem frio-diziam.
Ele não dizia nada.Frio ele tinha, o que não tinha era agasalho."
perfect lie
Paint it
erase my expression lines,
make perfect all my colors,
let's pretend that the past just doesn't exist...
you may give me a beautiful smile
no worries, no sense
I cannot grow
I cannot feel my age
I cannot feel...
you got it ...
your fat lie!
erase my expression lines,
make perfect all my colors,
let's pretend that the past just doesn't exist...
you may give me a beautiful smile
no worries, no sense
I cannot grow
I cannot feel my age
I cannot feel...
you got it ...
your fat lie!
Chamadas não atendidas
Chamou uma , duas , três, quatro, cinco e mais até...Já na primeira chamada quiseram minhas mãos atender, mas me mantive racional...
Sabe...acho que deveria ter atendido sua chamada...Sempre acho coisas quando não posso mais fazê-las.É neste exato momento que me torturo pelas coisas que se mantiveram suspensas.Aquelas que poderiam ter sido,não foram e eu , pretensiosa, insisto em pensar nas minhas influências sobre elas...
SE tivese falado, SE tivesse demonstrado,SE tivesse pedido e também me perdido um pouco mais...SE tivesse te achado e visto apenas você e não através...
Talvez...SE tivesse sido um pouco menos as coisas que calei que as que falei, e por uma vez não tivesse questionado...Ou ainda que não fizesse nada disso...na negação de todas essas possibilidades,SE eu ao menos houvesse atendido sua chamada...
Sabe...acho que deveria ter atendido sua chamada...Sempre acho coisas quando não posso mais fazê-las.É neste exato momento que me torturo pelas coisas que se mantiveram suspensas.Aquelas que poderiam ter sido,não foram e eu , pretensiosa, insisto em pensar nas minhas influências sobre elas...
SE tivese falado, SE tivesse demonstrado,SE tivesse pedido e também me perdido um pouco mais...SE tivesse te achado e visto apenas você e não através...
Talvez...SE tivesse sido um pouco menos as coisas que calei que as que falei, e por uma vez não tivesse questionado...Ou ainda que não fizesse nada disso...na negação de todas essas possibilidades,SE eu ao menos houvesse atendido sua chamada...
Pontos de vista/1
"Do ponto de vista da coruja, do morcego, do boêmio e do ladrão, o crepúsculo é a hora do café da manhã.
A chuva é uma maldição para o turista e uma boa notícia pra o camponês.
Do ponto de vista do nativo, pitoresco é o turista.
Do ponto de vista dos índios das ilhas do Mar do Caribe,Cristovão Colombo, com seu chapéu de penas e sua capa de veludo encarnado, era um papagaio de dimensões nunca vistas."
Eduardo Galeano
A chuva é uma maldição para o turista e uma boa notícia pra o camponês.
Do ponto de vista do nativo, pitoresco é o turista.
Do ponto de vista dos índios das ilhas do Mar do Caribe,Cristovão Colombo, com seu chapéu de penas e sua capa de veludo encarnado, era um papagaio de dimensões nunca vistas."
Eduardo Galeano
identidade real
De pobre a alma se apega
na infantil tentativa de se deixar conhecer
renega tudo que já o definiu
não sente mais o que é.
é apenas a ilusão a qual sucumbiu...
Tola criança que se esquece
que negar suas vontades tão inocente
embora pelas comuns
chamadas indecentes
é tal vil quanto maldizer aquele
que por acaso natural é deficiente.
na infantil tentativa de se deixar conhecer
renega tudo que já o definiu
não sente mais o que é.
é apenas a ilusão a qual sucumbiu...
Tola criança que se esquece
que negar suas vontades tão inocente
embora pelas comuns
chamadas indecentes
é tal vil quanto maldizer aquele
que por acaso natural é deficiente.
O que parece...
Eu o vejo. È o primeiro... Primeiro pingo a cair, anunciando a torrente que o seguiria. O primeiro pássaro voa somente a espera que todos os outros o sigam. Criaturas evoluída os pássaros não?!Como diria um velho amigo, há de se ter muita habilidade para que seu cansado falar torne-se canto, e o andar, vôo. Até o mar, no abuso de sua grandeza parece mais calado ao ver passar a revoada.
È só que às vezes me questiono sobre todas essas coisas que parecem ser... Sobre tudo aquilo que acho ver. E se de repente eu estivesse surda a ouvidos plenos?Meus órgãos completos pudessem reter as notas dos sons e pó disfunção que não sei qual, meu cérebro me mostrasse-os desconhecido. E se uma nota, vez posta, jamais pudesse encontrar outra que a seguisse harmonicamente?Eu só questiono se ainda eu saberia a diferença entre a chuva e o pranto, ou reconheceria no grito cantado dos pássaros o que estaria por vir....
O mar tornar-se-ia vez por vez mais recluso, quase catatônico, evaporando... eu não estaria nem surpresa.Nem mesmo quando as nuvens tornassem-se apenar os restos de explosões aéreas.Eu assistiria apática, à destruição do mundo, ainda à ouvidos surdos.
E se cada um já carregasse em si parte de minha doença?E se o primeiro pingo for o prelúdio de minha própria torrente a vir avisar-me?Ainda sim eu não ouviria....
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
pintura de memórias
Vi dias em que o sol parecia jamais ir embora.Fervia a cidade junto com meus pensamentos.Quando fugindo de seus raios fechei os olhos , o vi.observá-lo pesava em alguma culpa que não sabia de quem vinha.Eu que já me roía demais por minha própria culpa inerte abri os olhos e embora a luz que me cegava fosse mais confortante que encarar a culpa, anseei pelo fim do dia.Talvez por isso tenha sido cada segundo que morria tão pesaroso.Me dizes que não há medo de perder os segundos, uma vez que estão cada vez mais próximos os sonhos.Como pode faltar tanto a mim a luz de cada instante e não a ti?
E uma espécie de engraçado, uma espécie de triste, que os sonhos nos quais estou morrendo são os melhores que já tive.È disto então que me aproximo?
Quando enfim veio a noite , o meu esperado conforto esqueceu-se de acompanhá-la.Não havia lua no intenso breu, era então indiferente se estavam abertos ou fechados meus olhos .Ele estava lá, sentado e sozinho.Eu nem me lembrava o quão solitário é ser uma criança.E ele estava ali agora tão perto das intimidades de meu sentimentos, tão intocável.Poderias suprir dele todas as carências?Nem você , nem eu , nem toda culpa que existisse!Ele ficaria ali, mantendo-me insone, lembrando todas as dores de histórias que não poderiam ser contadas.
Logo ele ...apenas uma criança.
E uma espécie de engraçado, uma espécie de triste, que os sonhos nos quais estou morrendo são os melhores que já tive.È disto então que me aproximo?
Quando enfim veio a noite , o meu esperado conforto esqueceu-se de acompanhá-la.Não havia lua no intenso breu, era então indiferente se estavam abertos ou fechados meus olhos .Ele estava lá, sentado e sozinho.Eu nem me lembrava o quão solitário é ser uma criança.E ele estava ali agora tão perto das intimidades de meu sentimentos, tão intocável.Poderias suprir dele todas as carências?Nem você , nem eu , nem toda culpa que existisse!Ele ficaria ali, mantendo-me insone, lembrando todas as dores de histórias que não poderiam ser contadas.
Logo ele ...apenas uma criança.
retratos
Aqui,ao alcance de minhas mãos, seu rosto mergulhava num sono tão cheio de abstrações, e imutavel, como imagino que seja o último de todos.Imagens passadas daquele rosto sobrepujavam a que eu agora via, e saídas de um nevoeiro embriagado suas antigas expressões me voltavam.
Cada uma delas me lembrava sensações como respirar, engolir um floco de neve, ou se deparar com um raio de sol ocasional...
Ah nadine, tinha tantas risadas e agora veja o que fizemos a você...Parece que as folhas cairam cedo demais e dividiu toda a nossa sorte pelo mundo.Eu tentei tanto proteger, te dizendo que era o que você precisava, quando na verdade queria apenas que tivesses que lembrar de mim .Esqueça tudo que vi através de seus olhos.Esqueça todo o egoísmo tão maior até que eu mesma ao qual se submeteu.Esqueça todas as caminhadas em ruas em preto em branco.Também todas as vezes que tive que ser tão humana.
Quando você for o que sempre sonhou , eu estarei entre um flash e outro de suas antigas fotografias.Aí então, lembre-me.
Cada uma delas me lembrava sensações como respirar, engolir um floco de neve, ou se deparar com um raio de sol ocasional...
Ah nadine, tinha tantas risadas e agora veja o que fizemos a você...Parece que as folhas cairam cedo demais e dividiu toda a nossa sorte pelo mundo.Eu tentei tanto proteger, te dizendo que era o que você precisava, quando na verdade queria apenas que tivesses que lembrar de mim .Esqueça tudo que vi através de seus olhos.Esqueça todo o egoísmo tão maior até que eu mesma ao qual se submeteu.Esqueça todas as caminhadas em ruas em preto em branco.Também todas as vezes que tive que ser tão humana.
Quando você for o que sempre sonhou , eu estarei entre um flash e outro de suas antigas fotografias.Aí então, lembre-me.
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